segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Gourmandisme: SORTEIO DE NATAL: máquina de Cake Pops!
Gourmandisme: SORTEIO DE NATAL: máquina de Cake Pops!: Para fechar a semana americana por aqui, e já entrar no clima do Natal , nada melhor do que um sorteio , não é? E o prêmio não poderia ser ...
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Ser MÃE
A missão de ser mãe quase sempre começa com alguns meses de muito enjôo, seguido por anseios incontroláveis por comidas estranhas, aumento de peso, dores na coluna, o aprimoramento da arte de arrumar travesseiros preenchendo espaços entre o volume da barriga e o resto da cama.
Ser mãe é não esquecer a emoção do primeiro movimento do bebezinho dentro da barriga.
O instante maravilhoso em que ele se materializou ante os seus olhos, a boquinha sugando o leite, com vontade, e o primeiro sorriso de reconhecimento.
Ser mãe é ficar noites sem dormir, é sofrer com as cólicas do bebê e se angustiar com os choros inexplicáveis: será dor de ouvido, fralda molhada, fome, desejo de colo?
É a inquietação com os resfriados, pânico com a ameaça de pneumonia, coração partido com a tristeza causada pela morte do bichinho de estimação do pequerrucho.
Ser mãe é ajudar o filho a largar a chupeta e a mamadeira. É levá-lo para a escola e segurar suas mãos na hora da vacina.
Ser mãe é se deslumbrar em ver o filho se revelando em suas características únicas, é observar suas descobertas.
Sentir sua mãozinha procurando a proteção da sua, o corpinho se aconchegando debaixo dos cobertores.
É assistir aos avanços, sorrir com as vitórias e ampará-lo nas pequenas derrotas. É ouvir as confidências.
Ser mãe é ler sobre uma tragédia no jornal e se perguntar: E se tivesse sido meu filho?
E ante fotos de crianças famintas, se perguntar se pode haver dor maior do que ver um filho morrer de fome.
Ser mãe é descobrir que se pode amar ainda mais um homem ao vê-lo passar talco, cuidadosamente, no bebê ou ao observá-lo sentado no chão, brincando com o filho.
É se apaixonar de novo pelo marido, mas por razões que antes de ser mãe consideraria muito pouco românticas.
É sentir-se invadir de felicidade ante o milagre que é uma criança dando seus primeiros passos, conseguindo expressar toscamente em palavras seus sentimentos, juntando as letras numa frase.
Ser mãe é se inundar de alegria ao ouvir uma gargalhadinha gostosa, ao ver o filho acertando a bola no gol ou mergulhando corajosamente do trampolim mais alto.
Ser mãe é descobrir que, por mais sofisticada que se possa ser, por mais elegante, um grito aflito de mamãe a faz derrubar o suflê ou o cristal mais fino, sem a menor hesitação.
Ser mãe é descobrir que sua vida tem menos valor depois que chega o bebê.
Que se deseja sacrificar a vida para poupar a do filho, mas ao mesmo tempo deseja viver mais – não para realizar os seus sonhos, mas para ver a criança realizar os dela.
É ouvir o filho falar da primeira namorada, da primeira decepção e quase morrer de apreensão na primeira vez que ele se aventurar ao volante de um carro.
É ficar acordada de noite, imaginando mil coisas, até ouvir o barulho da chave na fechadura da porta e os passos do jovem, ecoando portas adentro do lar.
Finalmente, é se inundar de gratidão por tudo que se recebe e se aprende com o filho, pelo crescimento que ele proporciona, pela alegria profunda que ele dá.
Ser mãe é aguardar o momento de ser avó, para renovar as etapas da emoção, numa dimensão diferente de doçura e entendimento.
É estreitar nos braços o filho do filho e descobrir no rostinho minúsculo, os traços maravilhosos do bem mais precioso que lhe foi confiado ao coração: um Espírito imortal vestido nas carnes de seu filho.
Autor Desconhecido
Ser mãe é não esquecer a emoção do primeiro movimento do bebezinho dentro da barriga.
O instante maravilhoso em que ele se materializou ante os seus olhos, a boquinha sugando o leite, com vontade, e o primeiro sorriso de reconhecimento.
Ser mãe é ficar noites sem dormir, é sofrer com as cólicas do bebê e se angustiar com os choros inexplicáveis: será dor de ouvido, fralda molhada, fome, desejo de colo?
É a inquietação com os resfriados, pânico com a ameaça de pneumonia, coração partido com a tristeza causada pela morte do bichinho de estimação do pequerrucho.
Ser mãe é ajudar o filho a largar a chupeta e a mamadeira. É levá-lo para a escola e segurar suas mãos na hora da vacina.
Ser mãe é se deslumbrar em ver o filho se revelando em suas características únicas, é observar suas descobertas.
Sentir sua mãozinha procurando a proteção da sua, o corpinho se aconchegando debaixo dos cobertores.
É assistir aos avanços, sorrir com as vitórias e ampará-lo nas pequenas derrotas. É ouvir as confidências.
Ser mãe é ler sobre uma tragédia no jornal e se perguntar: E se tivesse sido meu filho?
E ante fotos de crianças famintas, se perguntar se pode haver dor maior do que ver um filho morrer de fome.
Ser mãe é descobrir que se pode amar ainda mais um homem ao vê-lo passar talco, cuidadosamente, no bebê ou ao observá-lo sentado no chão, brincando com o filho.
É se apaixonar de novo pelo marido, mas por razões que antes de ser mãe consideraria muito pouco românticas.
É sentir-se invadir de felicidade ante o milagre que é uma criança dando seus primeiros passos, conseguindo expressar toscamente em palavras seus sentimentos, juntando as letras numa frase.
Ser mãe é se inundar de alegria ao ouvir uma gargalhadinha gostosa, ao ver o filho acertando a bola no gol ou mergulhando corajosamente do trampolim mais alto.
Ser mãe é descobrir que, por mais sofisticada que se possa ser, por mais elegante, um grito aflito de mamãe a faz derrubar o suflê ou o cristal mais fino, sem a menor hesitação.
Ser mãe é descobrir que sua vida tem menos valor depois que chega o bebê.
Que se deseja sacrificar a vida para poupar a do filho, mas ao mesmo tempo deseja viver mais – não para realizar os seus sonhos, mas para ver a criança realizar os dela.
É ouvir o filho falar da primeira namorada, da primeira decepção e quase morrer de apreensão na primeira vez que ele se aventurar ao volante de um carro.
É ficar acordada de noite, imaginando mil coisas, até ouvir o barulho da chave na fechadura da porta e os passos do jovem, ecoando portas adentro do lar.
Finalmente, é se inundar de gratidão por tudo que se recebe e se aprende com o filho, pelo crescimento que ele proporciona, pela alegria profunda que ele dá.
Ser mãe é aguardar o momento de ser avó, para renovar as etapas da emoção, numa dimensão diferente de doçura e entendimento.
É estreitar nos braços o filho do filho e descobrir no rostinho minúsculo, os traços maravilhosos do bem mais precioso que lhe foi confiado ao coração: um Espírito imortal vestido nas carnes de seu filho.
Autor Desconhecido
Estar grávida é...
Ler 50 vezes o resultado positivo do exame para ter certeza que está correto.
Ficar chocada ao saber que uma gestação dura 40 semanas e não nove meses como todo mundo diz por aí.
Se pegar imaginando, por horas a fio, como será os olhos, os cabelos e a pele do filho que vai chegar.
Torcer, e muuuuuuito, para que ele nasça perfeitinho.
Nunca mais dizer "ai, se fosse meu filho!" quando encontrar uma criança tendo acessos de birra no corredor de um shopping center.
Sair na rua e só enxergar mulheres grávidas.
Ter sono, muito sono. E não dormir a noite porque o tamanho da barriga incomoda.
Ficar ansiosa; ficar alegre. E ter muita, mas muuuita fome. É também comer por dois e não ser questionada, rs..
Ficar com os pés inchados; não ter sapato que caiba.
Engordar 10 quilos, assim, em pouquíssimo tempo.
Nenhuma roupa que há no guarda roupa caber, e ficar feliz com isso tudo.
Chorar com comercial de carro, de comida, chorar por qualquer coisa.
Ter dor nas costas; nos pés, em tudo.
Pensar na gravidez 100% do tempo; ficar com medo de não ter mais assunto porque, afinal, você só fala da gravidez.
Esperar ansiosamente pelo dia do ultrassom, e assim que sair de lá, esperar ansiosamente pelo próximo!
Aprender a enxergar o filho nas manchas de uma ultra-sonografia.
Ler muito sobre gravidez, pular o capitulo do parto (pois ainda é muito cedo pra se preocupar) e ir direto para os cuidados com o bebê.
Ir ao shopping e desejar apenas coisinhas para o filho.
Torcer para ficar barriguda. E temer as horrendas estrias.
Ficar muito esquisita e descobrir uma incrível capacidade de sentir todas as emoções dentro de uma só hora, da alegria descontrolada ao mau humor sem fim.
Acordar várias vezes de madrugada para fazer xixi.
Parar de receber cantadas na rua, por que as pessoas te olham de outra forma, agora com o respeito que o barrigão impõe.
É sentir um calor que beira o insuportável, mas saber que seu bebê está super confortável dentro de você.
É entrar num ônibus lotado, mas ter a certeza que alguém vai lhe ceder gentilmente um lugar para sentar.
É escolher todo dia o que comer, sem se importar se vai engordar, além do que você já está gorda, rsrs.
Ter desejos estranhos e ser atendida, por que desejo de grávida não se pode recusar!
Ter 20 anos e entrar na fila de prioridade, onde só tem idosos e participar das conversas ultra nostálgicas. E gostar disso.
É todos querendo passar a mão na sua barriga, beijar, segurar, sentir mexer, ouvir, de tudoo.
Reparar que seu marido fica muito mais interessante como pai do seu filho e perceber que foi o único homem capaz de te presentear com tamanha alegria.
Rir sozinha ao sentir o bebê mexer, mesmo que ele te acorde várias vezes durante a noite, porque você não esta numa posição confortável para ele.
Ter a certeza de que tudo vai dar certo. Acreditar que a vida é divina. E que a roda viva da vida segue no seu próprio ventre.
Saber que um filho é um pedaço de nós que deixaremos no mundo, um legado da nossa própria existência.
Ter a certeza de que há algo maior que nos protege. Sorrir mais e esperar por um amanhã muito, mas muuuuuiiiito melhor.
Descobrir o significado das palavras dividir, gerar e amar e renunciar.
E acima de tudo, estar grávida é saber o que é ser mulher de verdade e se sentir mulher nos vastos sentidos que a palavra ‘mulher’ nos leva. Por que além do mais, só nós mulheres temos esse privilégio de dar a luz a um ser humano.
É também saber que o hoje é a uma espera às vezes quase insuportável, e que o meu amanhã reserva os melhores, cruciais e mais indescritíveis momentos que a vida me dará.
E estar feliz, inenarravelmente feliz!
Autor Desconhecido
Ficar chocada ao saber que uma gestação dura 40 semanas e não nove meses como todo mundo diz por aí.
Se pegar imaginando, por horas a fio, como será os olhos, os cabelos e a pele do filho que vai chegar.
Torcer, e muuuuuuito, para que ele nasça perfeitinho.
Nunca mais dizer "ai, se fosse meu filho!" quando encontrar uma criança tendo acessos de birra no corredor de um shopping center.
Sair na rua e só enxergar mulheres grávidas.
Ter sono, muito sono. E não dormir a noite porque o tamanho da barriga incomoda.
Ficar ansiosa; ficar alegre. E ter muita, mas muuuita fome. É também comer por dois e não ser questionada, rs..
Ficar com os pés inchados; não ter sapato que caiba.
Engordar 10 quilos, assim, em pouquíssimo tempo.
Nenhuma roupa que há no guarda roupa caber, e ficar feliz com isso tudo.
Chorar com comercial de carro, de comida, chorar por qualquer coisa.
Ter dor nas costas; nos pés, em tudo.
Pensar na gravidez 100% do tempo; ficar com medo de não ter mais assunto porque, afinal, você só fala da gravidez.
Esperar ansiosamente pelo dia do ultrassom, e assim que sair de lá, esperar ansiosamente pelo próximo!
Aprender a enxergar o filho nas manchas de uma ultra-sonografia.
Ler muito sobre gravidez, pular o capitulo do parto (pois ainda é muito cedo pra se preocupar) e ir direto para os cuidados com o bebê.
Ir ao shopping e desejar apenas coisinhas para o filho.
Torcer para ficar barriguda. E temer as horrendas estrias.
Ficar muito esquisita e descobrir uma incrível capacidade de sentir todas as emoções dentro de uma só hora, da alegria descontrolada ao mau humor sem fim.
Acordar várias vezes de madrugada para fazer xixi.
Parar de receber cantadas na rua, por que as pessoas te olham de outra forma, agora com o respeito que o barrigão impõe.
É sentir um calor que beira o insuportável, mas saber que seu bebê está super confortável dentro de você.
É entrar num ônibus lotado, mas ter a certeza que alguém vai lhe ceder gentilmente um lugar para sentar.
É escolher todo dia o que comer, sem se importar se vai engordar, além do que você já está gorda, rsrs.
Ter desejos estranhos e ser atendida, por que desejo de grávida não se pode recusar!
Ter 20 anos e entrar na fila de prioridade, onde só tem idosos e participar das conversas ultra nostálgicas. E gostar disso.
É todos querendo passar a mão na sua barriga, beijar, segurar, sentir mexer, ouvir, de tudoo.
Reparar que seu marido fica muito mais interessante como pai do seu filho e perceber que foi o único homem capaz de te presentear com tamanha alegria.
Rir sozinha ao sentir o bebê mexer, mesmo que ele te acorde várias vezes durante a noite, porque você não esta numa posição confortável para ele.
Ter a certeza de que tudo vai dar certo. Acreditar que a vida é divina. E que a roda viva da vida segue no seu próprio ventre.
Saber que um filho é um pedaço de nós que deixaremos no mundo, um legado da nossa própria existência.
Ter a certeza de que há algo maior que nos protege. Sorrir mais e esperar por um amanhã muito, mas muuuuuiiiito melhor.
Descobrir o significado das palavras dividir, gerar e amar e renunciar.
E acima de tudo, estar grávida é saber o que é ser mulher de verdade e se sentir mulher nos vastos sentidos que a palavra ‘mulher’ nos leva. Por que além do mais, só nós mulheres temos esse privilégio de dar a luz a um ser humano.
É também saber que o hoje é a uma espera às vezes quase insuportável, e que o meu amanhã reserva os melhores, cruciais e mais indescritíveis momentos que a vida me dará.
E estar feliz, inenarravelmente feliz!
Autor Desconhecido
sexta-feira, 16 de abril de 2010
IMPROVISO DO AMOR-PERFEITO
Naquela nuvem, naquela
Mando-te meu pensamento:
Que Deus se ocupe do vento.
Os sonhos foram sonhados,
E o padecimento aceito.
E onde estás, Amor-Perfeito?
Imensos jardins da insônia,
De um olhar de despedida
Deram flor por toda a vida.
Ai de mim que sobrevivo
Sem o coração no peito,
E Onde estás, Amor-Perfeito?
Longe, longe, atrás do oceano
Que nos meus olhos se alteia,
Entre pálpebras de areia ...
Longe, longe ... Deus te guarde
Sobre o seu lado direito,
Como eu te guardava do outro,
Noite e dia, Amor-Perfeito.
Cecília Meireles
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